Amor Entre Iguais


14/02/2004


Se eu morrer antes de você, faça-me um favor:

Chore o quanto quiser, mas não brigue com Deus por Ele haver me levado. Se não quiser chorar, não chore. Se não conseguir chorar, não se preocupe. Se tiver vontade de rir, ria. Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito, esqueça e acrescente sua versão. Se me elogiarem demais, corrija o exagero. Se me criticarem demais, defenda-me.

Se me quiserem fazer um santo, só porque morri, mostre que eu tinha um pouco de santo, mas estava longe de ser o santo que me pintam. Se me quiserem fazer um demônio, mostre que eu talvez tivesse um pouco de demônio, mas que a vida inteira eu tentei ser bom e amigo.

Espero estar com Ele o suficiente para continuar sendo útil a você, lá onde estiver. E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase: "Foi meu amigo, acreditou em mim e me quis mais perto de Deus!"

Aí, então derrame uma lágrima. Eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal. Outros amigos farão isso no meu lugar. E, vendo-me bem substituído, irei cuidar de minha nova tarefa no céu. Mas, de vez em quando, dê uma espiadinha na direção de Deus.

Você não me verá, mas eu ficaria muito feliz vendo você olhar para Ele. E, quando chegar a sua vez de ir para o Pai, aí, sem nenhum véu a separar a gente, vamos viver, em Deus, a amizade que aqui nos preparou para Ele.

Você acredita nessas coisas? Então ore para que nós vivamos como quem sabe que vai morrer um dia, e que morramos como quem soube viver direito. Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo. Mas, se eu morrer antes de você; acho que não vou estranhar o céu. "Ser seu amigo... já é um pedaço dele..."

Chico Xavier

Escrito por Cris às 22h39
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Escrito por Cris às 22h36
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Oi gente...

Hoje estou desejando, deitar no colo da Karol, receber um cheiro, um afago, um cafuné, vários beijos...sentir a presença dela...sempre ao meu lado em tudo e por tudo. Desculpa o desabafo, mas estou precisando conversar...pois hoje, bateu uma solidão, estou me sentindo muito só...sem contar que a semana foi terrível, cheia de problemas, mas, quem não problemas, não é mesmo? Sabe meu jeito é este, me entrego a tudo de corpo e alma, faço o impossível para realizar minhas vontades e sonhos. E estou chegando a uma conclusão, pessoas assim têm mais facilidade de se machucar...mas não sei ser diferente, então o que resta é levantar e seguir em frente. Pois acredito no amor, nas pessoas e seus sentimentos, não a nada mais gostoso e gratificante, do que se sentir amada e amar. Faz você esquecer tudo, principalmente os problemas...

Escrito por Cris às 22h31
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13/02/2004


Uma ótima sexta-feira para vocês!

Escrito por Cris às 00h48
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A imagem já diz tudo!


Escrito por Cris às 00h46
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Texto de Miguel Falabella publicado no jornal O Globo junho/02

Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, doem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é a saudade. Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa. Doem essas saudades todas.

Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã. ontudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter. Saudade é basicamente não saber. Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio. Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia. Não saber se ela ainda usa aquela saia. Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre ocupada; se ele tem assistido as aulas de inglês, se aprendeu a entrar na Internet e encontrar a página do Diário Oficial; se ela aprendeu a estacionar entre dois carros; se ele continua preferindo Malzebier; se ela continua preferindo suco; se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados; se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor; se ele continua cantando tão bem; se ela continua detestando o MC Donald’s; se ele continua amando; se ela continua a chorar até nas comédias! .

Saudade é não saber mesmo! Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos; não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento; não saber como frear as lágrimas diante de uma música; não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche. Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer. É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso... É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer. Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você, provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler...

Escrito por Cris às 00h40
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Continua o assunto sobre homossexualidade e a ciência...como já perguntaram, este assunto não estava em livros eu pesquisei direto da net...

Em julho de 1993 a revista Science publicou uma pesquisa que estava sendo desenvolvida pelo instituto Nacional do Câncer dos stados Unidos, sob a coordenação do professor Dean Hamer. Hamer selecionou 76 homens homossexuais, e passou a estudar seus familiares paternos e maternos. O resultado do estudo mostrou que entre os familiares paternos do pesquisado havia a incidência de 2% de pessoas homossexuais, índice que crescia para 7,5% quando se tratava do lado materno. Isso levantou a hipótese de que a homossexualidade estaria vinculada a um fator genético do lado materno, mais diretamente relacionado com o cromossomo X. A equipe de Hamer também selecionou, posteriormente, 40 pares de irmãos homossexuais, que não tinham características semelhantes. Dentre essas 40 duplas, 33 deles, ou seja, 82,5%, tinham a mesma seqüência de DNA de uma parte do cromossomo X da mãe.

Castro, 1994 - O pesquisador Richard Pillard, professor de Psiquiatria da Universidade de Boston, nos Estados Unidos, desenvolveu um estudo comparando os gêmeos idênticos (univitelínicos) com os gêmeos não-idênticos (bivitelinicos). Seus resultados mostram que há maior incidência de homossexualidade entre os gêmeos idênticos que entre os não-idênicos. O resultado se confirmava mesmo no caso de gêmeos idênticos criados em famílias separadas. O estudo é interessante pois, os gêmeos idênticos são clones um do outro, tendo o mesmo material genético, sendo os não-idênticos diferentes. É um resultado que suporta a hipótese de homossexualidade genética.

Escrito por Cris às 00h31
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12/02/2004


Oi galera!!! adorei os comentários...

Gente valeu mesmo os comentários e tb obrigada pelos elogios, vou responder todos que me solicitaram oK? vcs são demais, fiquei muito feliz que estão gostando, aceito sugestões, estive longe pois estou com alguns problemas, mas voltei com força total, pois vcs estão me transmitindo muita força. E os que comentaram sobre um amor assim tão puro e verdadeiro, realmente é mesmo muito verdadeiro e todos têm o direito de encontrar um assim, torço por todos de coração...me aguardem em breve vou postar mais...Estou atrás de novas informações especialmente para vocês...beijos galera!!!!!

Escrito por Cris às 15h06
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